

Blogs amigos, links e afins!
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Filmes já comentados (por gêneros)
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O EDITOR está lendo:

Comentário: Será que estou ficando obcecado por Renato Russo? A resposta é sim. Cada dia que passa quero me aprofundar mais no gênio desse que foi o maior idolo do rock brasileiro, e nesse livro pode se encontrar várias frases e pensamentos de Russo. Indispensável para qualquer um que seja fã.
O EDITOR está ouvindo:

Comentário: Não é necessário dizer nada, a não ser "É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã. Porque se você parar pra pensar, na verdade não há". Simplesmente o álbum mais genial da banda, de onde 10 das 11 faixas se tornaram hits nacionais ( a única que ficou de fora foi "Feedback Song for a Dying Friend, uma boa música, diga-se de passagem). E os maiores sucessos são obviamente "Pais e Filhos", "Há Tempos" e "Quando o Sol Bater na Janela do Teu Quarto". _______________________
O DONO DO BLOG DESCRITO POR OUTROS

O dono deste blog chama-se Luiz. Seu nome completo é Luiz Henrique Sampaio Oliveira, nasceu no dia 2 de maio de 1986, na cidade de Capão Bonito, interior de SP. Atualmente, mora na cidade vizinha, Itapetininga, um lugar tranqüilo, calmo e parado. Sobretudo parado. São várias as coisas que gosta: cinema, pizza, cinema, música, cinema, família, cinema, amigos, família, literatura, cinema. E antes que me esqueça, ele gosta de cinema. Mas ninguém entende o porque desse seu vício pelos filmes. Na verdade, nem ele entende. Ele é incompreendido. Bom, isso pode se deixar pra lá. O Luiz tem as suas personalidades favoritas: Renato Russo (suas letras são excelentes, e a música ótima); seus pais (que tiveram coragem de trazê-lo ao mundo); e Paulo Francis (porque eles são parecidos: são meio mau-humorados). Ele também tem seus defeitos: é bem perfeccionista, depressivo, melancólico, e tem um complexo de inferioridade descomunal. Uma frase de Henrique Szklo cabe muito bem a ele: :"Meu complexo de inferioridade é tão grande,mas tão grande,que provavelmente é o menor do mundo". Mas nada que não possa ser resolvido. Outra coisa: ele é estressado ao máximo, se irrita facilmente. Se ele começar a ficar vermelho e babar, fuja. Porque isso é só o começo. Mas, não vim falar aqui somente de suas falhas. Ele também é simpático, engraçado, emotivo, companheiro, amigo pra todas as horas. Seus conselhos são tão profundos que chegam a motivas aqueles que estão no fundo do poço. Ou melhor: levantam aqueles que estão no ralo do fundo do poço. Inteligente e carismático, nunca deixa ninguém na mão. Tem uma facilidade para escrever. Escreve em seu blog próprio, o Under Pressure e para o blog da CDB – Comunidade do Blog, toda segunda feira. Quem o conhece ou o conheceu não se arrepende. O único problema é que ele fala demais. Mas isso também dá pra resolver: nada que uma mordaça não resolva. Mas enfim: Luiz é um daqueles que tem futuro. Apesar de parecer tímido e sem graça, no fundo ele é um bom sujeito. Basta saber procurar.
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Olá pessoal!
Tudo bem? Espero que sim.
Quero agradecer a muitas pessoas, mas farei um post especial sobre isso, logo em breve. Aguardem!
E aqui estão as dicas de blogs dessa semana:
Morcegos - Cinema, Literatura e Artes em Geral ( http://www.dilbertolrosa.weblogger.terra.com.br/index.htm ) = blog excelente para quem curte textos inteligentes, sobre artes, cinema e literatura. Sua última postagem é sobre o "Clube dos amantes do Cinema" que o próprio Dilberto Rosa (fundador do blog) montou em 1998. É uma história super interessante, vale a pena conferir e comentar!
Vida Na Real ( http://vidanareal.zip.net/ ) = blog interativo com muitos textos legais, e lá tem um joguinho para esporrar um computador [ótimo para aliviar aquela raiva que se sente quando o pc se recusa a pegar...] Sua ultima publicação tem textos sobre o amor... leia!
Blog Sétima Arte ( http://7arte.zip.net/ ) = Criado por Marcos A. Felipe, este blog tem excelentes textos sobre a sétima arte, em especial sobre os documentários. A última publicação fala sobre o documentário "O Prisioneiro da Grade de Ferro (auto-retratos)", do diretor Paulo Sacramento. visite!
Bem, essa semana eu vi "O Chamado 2" e acabo de ver "Menina de Ouro". Logicamente, gostei mais do segundo, o grande vencedor do Oscar 2005. Mas vamos por ordem, vou comentar o que vi primeiro.
COMENTANDO O FILME:
O CHAMADO 2

Disse Dark Girl (http://guidalokadeplantao.zip.net) nos comentários do post anterior, nunca a seqüencia de um filme supera a primeira.
Nem sempre. São raros os casos em que isso ocorre, mas o segundo filme pode sim superar o primeiro. O único que me vem a cabeça agora é "O Poderoso Chefão 2", de 1975, que conseguiu ao menos igualar a qualidade do primeiro filme. "Skrek 2" também. Mas, vendo as outras levas de continuações, na maioria das vezes se tem decepção. Até mesmo "Senhor dos Anéis - As Duas Torres" é o mais chato da trilogia. É só o filme faturar nas bilheterias, e já programam a sua continuação.
Esse tipo de coisa ocasionou uma espécie de praga no meio cinematográfico: os ganchos. Todo filme tem que ter seu gancho, para um eventual sucesso e assim poder fazer suas continuações. Há uns anos atrás, uma adaptação americana de um filme japonês chamado "Ringu", dirigido por Gore Verbinski (o mesmo de Piratas do Caribe - este aliás, rodando sua continuação...), fez um estrondoso sucesso nos Estados Unidos e no mundo. Logo, não precisaria se ter muitos neurônios para imaginar uma sequência.
E ela veio. "O Chamado 2", agora sob o comando de Hideo Nakata, o idealizador do filme original nipônico. O filme sobre a fita que mata em sete dias levou Nakata para os states, para dirigir o segundo filme de sua franquia (diga-se de passagem, pela terceira vez! - ele dirigiu o segundo filme, a refilmagem japonesa do segundo filme que ele mesmo dirigiu e agora nos EUA).
A história se passa com Rachel (Naomi Watts) e seu filho Aidan (David Dorfman) tocando a vida depois dos incidentes com a nefasta Samara Morgan, a menininha fantasmagórica do primeiro filme. Eles se mudam para uma pacata cidade, e tudo caminhava bem, até Samara os encontrar. (não vou contar como, pode ser que alguém que esteja lendo ainda não tenha visto o primeiro). A partir daí, uma série de fatores inexplicáveis começam a acontecer com mãe e filho, e que acaba envolvendo um repórter do jornal onde Rachel trabalha.
Sim, basicamente a história é essa. Nada mais. Uma coisa que vale ressaltar é a participação quase irreconhecível de Sissy Spacek**, que interpreta a mãe de Samara (?!). Outra são os efeitos, bem mais sofisticados do que no primeiro filme, o que fica visível na cena da estrada. Mas, basicamente, o filme não é bom. O final é sem nexo. A edição disconexa também está lá (mas a do primeiro filme fez sentido). É superior ao "Chamado 2" japonês (terrível em termos de roteiro), mas nem passa perto do original (americano). Se você não tem mais nada a fazer em sua casa, vá ver o filme. Dá uns sustos, mas sempre naquele mesmo esquema que se vê nos filmes de suspense para adolescentes. Ainda pega muita gente. Vale ressaltar que a Dark Girl, nesse caso, acertou. Se você quer ver um filme interessante e inteligente, nem se dê ao trabalho de ir ao cinema para ver "O Chamado 2". Espere sair nas locadoras.
COMENTANDO O FILME:
MENINA DE OURO

Creio que, cada ano que passa, Clint Eastwood fica melhor.
É como os vinhos: quanto mais tempo passa, melhor fica para se apreciar. Essa é uma comparação que cabe muito bem ao cinema, já que muitos cineastas produzem excelentes filmes depois de penar muito, fazer muitos filmes ruins e médios, para depois se consagrar.
Mas Clint é um caso a parte. Ele já tinha provado ser um excelente realizador com os ultimos filmes de Dirty Harry, subiu para o top da lista de diretores com Os Imperdoáveis. Mesmo que não precisasse provar nada a ninguém. Seu currículo como ator já era respeitadíssimo. Certo que depois de 1992, alguns filmes deixaram a desejar, mas no ano passado ele ressurgiu.
"Sobre Meninos e Lobos" emocionou muita gente, e só não levou mais do que dois Oscars porque concorria com, simplesmente, "Senhor dos Anéis - O Retorno do Rei". Mas Eastwood ainda mostraria estar em forma, no auge de seus 75 anos, ao produzir, dirigir, atuar e fazer a música de "Menina de Ouro".
É um filme que, sinceramente, pensei não ter chances nos prêmios desse ano. Erradamente pensei em azarão. Errei. Paguei por isso (literalmente, nas bolsas de apostas do Oscar), mas agora vejo que errei mesmo. Clint Eastwood entrou definitivamente para o hall dos meus realizadores prediletos.
"Million Dollar Baby" conta a história de Maggie (Hliary Swank), uma moça de interior que sonha em ser pugilista. E para isso procura um treinador de boxe truculento, de nome Frankie Dunn (Eastwood), que no início rejeita, mas ela se instala em sua academia. Lá, conhece o amigo e ajudante de Dunn (Morgan Freeman), que a incentiva. Depois de um grande esforço, Maggie consegue convencer Frankie que tem potencial para ser sua pupila e ele a acolhe. Começa uma trajetória de sucesso. Mas, diferentemente do que se pensa (inevitavel lembrar de Rocky, Um Lutador - Oscar de Melhor Filme) o filme sofre uma reviravolta impressionante, que emociona, comove e nos faz pensar. Simplesmente, o filme é excepcional, mereceu bater "O Aviador", e Clint mereceu seu segundo Oscar de Diretor.
Como disse José Wilker na transmissão global do Oscar (me dói lembrar disso...), o filme é uma sucessão de clichês. Mas com momentos interessantes, como as cenas de Dunn na igreja. Por mais de 20 anos ele frequenta a missa, para atazanar o padre com perguntas que põe em dúvida a Santidade da Igreja Católica. Mas quando se vê desesperado, é ao mesmo padre que ele recorre. Brilhante.
Simplesmente, esse filme é o melhor do ano. Vale a pena passar por seus 130 minutos, pode parecer um tanto puxado mas vale a pena. Pois, o velho cowboy Eastwood evoluiu mais ainda como diretor, ator e mesmo como músico, para a sorte de todos os fãs do cinema.
Olá pessoal!
Como vão todos? Eu vou bem, depois de uma semana cheia.
Acontece que essa semana se comemorou a Páscoa, tempo em que eu ando muito ocupado, mas mesmo assim não me afasto do meu grande vício: cinema. Eis que nessa semana em que eu tive que ajudar a fazer e distribuir ovos de páscoa (sim, eu faço e me orgulho de fazer obras assistenciais) eu aluguei nada menos que seis filmes, fora a ida ao cinema para ver Constantine (para ver a resenha que eu fiz do filme,
clique aqui ). Os filmes que aluguei são : K-Pax ( de 2001, com Kevin Spacey e Jeff Bridges, excelente filme); O Poderoso Chefão ( de 1973), O Poderoso Chefão Parte 2 (de 1975), O Poderoso Chefão Parte 3 (de 1989); A Reconquista (de 2000, porque aluguei esse filme??) e 2001, Uma Odisséia no Espaço (de 1969, a vida toda gostei desse filme, acabei comprando...).
Essa semana eu irei ao cinema ver O Chamado 2, já sem muitas perspectivas sobre o mesmo, já que a crítica anda detonando esse filme. Pra ser sincero eu não fui muito com o primeiro, que muita gente gostou, mas não saí reclamando do cinema. Agora, dessa seqüencia, eu já não sei...
E outra: estou tornando a indicar blogs legais aqui no meu espaço, dando mais espaço para aqueles blogs divertidos, inteligentes ou engraçados que sempre estão pela net. As indicações de hoje:
- O mundo anda tão complicado (http://drey13.zip.net/) = um blog altamente interessante e o ultimo texto postado é muito legal, fala sobre um tema que muitos jovens (e alguns adultos) costumam pensar. Para saber, acesse!
- Tenente com Tatuagem, e daí? (http://quemello.blog.uol.com.br/) = um blog cheio de variedades em geral, e sua ultima postagem (de agora a pouco) é um teste para identificar o que diz um olhar...vale a pena ver!
- Narrarte (http://narrarte.zip.net) = blog voltado para as artes, com poemas, textos e indicações. Acesse!
PS: como todos sabem, não indico blogs apenas por indicar ou para conseguir mais pessoas visitando o meu próprio blog. Sempre entro na net com a intenção de achar boas leituras em blogs agradáveis, e os que eu indico são os que eu julgo interessantes. Não sou pago para fazê-lo, é de livre e espontânea vontade.
Bom, como não tenho nada a comentar sobre filmes essa semana, eu vou falar sobre um cineasta que eu acho genial, mas que pouca gente conhece: o francês Francois Truffaut. Sexta falo sobre "O Chamado 2".
(François Truffaut)
Criador de filmes inesquecíveis como O Garoto Selvagem e Os Incompreendidos, François Truffaut escreveu seu nome na breve História do Cinema como um dos mais importantes e prolíficos realizadores do cinema francês.
Cineasta das paixões, e tido por uns como o homem que melhor filmou o amor, Truffaut foi por toda a vida um admirador fervoroso do cinema. Não à toa, sua carreira teve início na crítica cinematográfica, em semanários de pequena tiragem e, mais tarde, na famosa Cahiers du Cinéma, do amigo e "padrinho" André Bazin, a quem Truffaut dedicaria, anos depois, seu primeiro longa metragem.
O crítico Truffaut sempre foi marcado por uma relação extrema de amor e ódio com os filmes. Ora seus textos eram delicados e surpreendentemente afetuosos, ora virulentos e furiosos, especialmente quando tratavam do que ele chamava de "cinema francês de qualidade". Em um de seus artigos mais notáveis, "Uma certa tendência do cinema francês", publicado em 1954 pelo Cahiers após meses de preparação, Truffaut ataca toda a escola cinematográfica francesa e seus diretores e roteiristas "com cheiro de mofo". Ao recusar toda a tradição vigente, o jovem Truffaut propõe um novo tipo de cinema calcado sobretudo na liberdade, desde a concepção do roteiro, passando pelas filmagens e locações até a edição final do material gravado. A crítica é endereçada aos grandes cineastas franceses de então, com seus filmes caros, épicos e quase sempre encomendados.
Em 1966, François Truffaut roda aquele que talvez seja o filme mais peculiar de sua carreira: a ficção científica Fahrenheit 451, um filme futurista e sobre o futuro. Consta que esse foi o mais trabalhoso de todos os projetos do cineasta, um fã do gênero e consumidor voraz de livros sobre o assunto (curiosidade: Truffaut participou como ator de Contatos Imediatos de Terceiro Grau, do amigo americano Steven Spielberg).
Em 1968, Truffaut retoma o personagem de Antoine Doinel, já revisitado no curta Antoine e Colette, e que agora reaparece em Beijos Proibidos, para ter sua saga finalmente completada, em 1970, com Domicílio Conjugal. Nesse meio tempo, o francês aproveita para filmar A Sereia do Mississipi e O Garoto Selvagem.
Apesar do currículo já considerável, é apenas em 1973 que Truffaut surge para o mundo, quando seu filme A Noite Americana leva o Oscar de melhor filme estrangeiro, para o qual ele já havia sido indicado antes, com Os Incompreendidos. A Noite Americana é um belo filme sobre os bastidores do cinema, uma bem sucedida tentativa de desmistificar o ofício do diretor de cinema. É também uma das primeiras fitas a se utilizar da idéia do filme dentro do filme. No filme de A Noite Americana, Truffaut interpreta um diretor de cinema às voltas com os problemas da profissão, o que contribui para um resultado ainda mais realista. É a segunda atuação do cineasta, um tímido confesso (a primeira fora em O Garoto Selvagem, no qual ele encarna o Dr. Itard).
Até sua morte, em 1984 (decorrência de um tumor no cérebro), Truffaut ainda realizaria mais oito filmes.
Tivesse tido mais tempo, François Truffaut certamente teria feito ainda muito mais filmes, pois a cada um que filmava se envolvia em uma infinidade de novos projetos. Seus mais de vinte filmes são, no entanto, uma filmografia mais que expressiva, a obra de um diretor que consagrou o amor ao cinema. Truffaut amava os livros e os filmes, seus personagens e suas atrizes. Para ele, a vida estava na tela, e somente na tela podia-se fugir do vazio da vida. Não por coincidência, foi ele quem um dia disse que a vida é muito melhor no cinema. E é.
(texto retirado daqui: http://www.cornflakepromises.hpg.ig.com.br/truffaut.htm )
Bom, é isso. Comentem e até breve!